Planeta Terra
A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar.
Tecnologia
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Homepage»Natureza e Ambiente»Energia»Energia - Quem não p... Energia - Quem não precisa dela?
Todas as formas de vida consomem e produzem energia, mas as principais fontes de energia não são os seres vivos. Melhor dizendo, a energia, tal como a matéria, não se produz nem se consome, mas sim transforma-se.
O Homem não é excepção e hoje em dia, mais do que nunca, consome (transforma) em quase todas as suas actividades enormes quantidades de energia. Desde a revolução industrial e do grande aumento demográfico que a acompanhou, que as carências energéticas da humanidade têm vindo a aumentar drasticamente. No entanto, o empenho do Homem em transformar formas de energia natural, como o vento ou o movimento das águas de um rio, em trabalho, remonta naturalmente muito mais atrás.
Com efeito as fontes de energia são muito numerosas, podendo ir, desde tudo o que se move, como a água dos rios e do mar ou o vento, passando por todos os combustíveis, fósseis ou vegetais, pela energia gasotérmica (elevadas temperaturas no subsolo), até à energia solar e à energia nuclear. Lamentavelmente, em termos práticos, todas estas hipóteses se revestem de aspectos positivos e negativos.
Roteiro para uma caminhada com os amigos em Carreiras-Portalegre
O que deves levar: Ténis, fato de treino ou calções e t’shirt (dependendo da época do ano), máquina fotográfica e binóculos, guia de aves, lanche, água e um saco para guardares os desperdícios.
Naturalink
Oleoduto Keystone XL prestes a ser aprovado nos EUA
Hoje, os grupos ambientalistas estão reunidos contra as audições finais e eventual aprovação do oleoduto Keystone XL, que deverá transportar petróleo de areias betuminosas do Canadá ao longo de 6 Estados dos EUA.
Hoje, a administração Obama deverá considerar o Oleoduto Keystone XL de interesse nacional e aprovar o transporte de petróleo das areias betumenisas de Alberta, Canadá, ao longo de 6 Estados dos EUA. Os grupos ambientalistas já não acreditam noutro desfecho para uma questão que é já reconhecida como a maior desilusão de Obama, pelo menos em questões ambientais. Para além das preocupações ambientais, o processo tem sido salpicado por escandalos de corrupção e evidências da liderança dos interesses coorporativos na tomada de decisão, com a submissão do poder político e principalmente de Hillary Clinton.
A exploração deste petróleo é responsável pelo triplo das emissões de carbono provocadas pelo petróleo normal. As catástrofes ambientais com este petróleo mais denso, mais abrasivo e mais corrosivo e com esta forma de distribuição, são demasiado pesadas e têm uma frequência exagerada. O primeiro oleoduto deste género com tecnologia de ponta, por exemplo, já provocou 17 derrames, só no primeiro ano. A instalação deste sistema gigantesco tem impactos ambientais sem precedentes e as ameaças chegam directamente ao aquífero de Ogallala, que fornece água potável a 8 Estados.
O projecto é da responsabilidade da TransCanada e, através de contratados, procura hoje fazer frente aos protestos dos ativistas ambientais. Os ativistas consideram que a decisão é apenas uma formalidade e que não são as assinaturas de Obama e Hillary que vão terminar o processo de combate ao projecto.
NaturLink
Stallman congratula-se por fim da influência de Jobs nos PCs
Richard Stallman, ativista do software livre, gosta que tenha terminado a "má influência de Jobs nos computadores pessoais".
Richard Stallman, criador do GNU Project e fundador da Free Software Foundation, deixou uma nota no seu blogue onde comenta a morte de Steve Jobs. Stallman afirma que ninguém merece morrer, mas que é bom ver "o fim da sua má influência na computação pessoal". O maior ativista do software livre termina o texto com a esperança que os sucessores de Jobs na Apple não consigam continuar colocar em prática o seu legado.
Aqui fica a nota na íntegra e a ligação para o site oficial de Stallman.
· 06 October 2011
Steve Jobs, the pioneer of the computer as a jail made cool, designed to sever fools from their freedom, has died.
As Chicago Mayor Harold Washington said of the corrupt former Mayor Daley, "I'm not glad he's dead, but I'm glad he's gone."
Nobody deserves to have to die - not Jobs, not Mr. Bill, not even people guilty of bigger evils than theirs. But we all deserve the end of Jobs' malign influence on people's computing.
Unfortunately, that influence continues despite his absence. We can only hope his successors, as they attempt to carry on his legacy, will be less effective.
EI
Governo prepara nova "Lei da Cópia Privada"
O governo está a preparar uma nova Lei para a cópia privada. Esta Lei deverá ser aprovada e colocada em prática a partir de Março de 2012.
Basicamente, e segundo se sabe até à data, a nova legislação deverá introduzir uma taxa aplicável ao preço dos suportes de gravação digital. Esta taxa tem como objetivo compensar a cópia legal e privada de conteúdos nestes suportes.
Para além disto, o governo, deverá também introduzir em 2012 novas formas de "combate às várias formas de pirataria" nomeadamente através da Internet. Este diploma será baseado num modelo em vigor no Brasil.
WinTech
Vénus também tem uma camada de ozono
De acordo com modelos computacionais, o ozono de Vénus é formado quando a luz do sol quebra as moléculas de dióxido de carbono (CO2). Esta reação liberta átomos de oxigénio que formam o ozono (O3).
“A deteção da camada de ozono diz-nos muito sobre a circulação e química da atmosfera de Vénus” refere Håkan Svedhem, cientista que trabalha na missão Venus Express. “Além disso, é mais uma evidência da semelhança entre os planetas rochosos e mostra a importância de estudar Vénus para os compreender.”
“Também pode oferecer uma comparação útil para pesquisar vida noutros mundos. Até agora o ozono só tinha sido detetado nas atmosferas da Terra e de Marte. Na Terra é fundamental para a vida porque absorve os raios ultravioleta do sol. Por outro lado, pensa-se que tenha sido gerado pela própria vida.”
A acumulação de oxigénio e consequentemente de ozono na atmosfera terrestre teve inicío há cerca de 2.4 mil milhões de anos atrás. Apesar de não se compreender totalmente a origem, pensa-se que microrganismos que excretassem oxigénio podem ter desempenhado um papel importante.
Alguns astrobiologistas sugerem que a presença simultânea de dióxido de carbono, oxigénio e ozono na atmosfera pode ser usada para dizer se há vida num planeta. A quantidade de ozono presente também é crucial. A concentração de ozono num planeta deve ser pelo menos 20% da concentração de ozono na Terra para que a vida possa ser considerada como uma causa possível da presença de ozono. Os resultados mostram que no caso de Vénus, os valores estão bastante abaixo deste limite.
“Podemos usar estas novas observações para testar e aperfeiçoar cenários para a deteção de vida noutros mundos”, refere Montmessin.
Estes resultados foram apresentados na reunião conjunta do Congresso Europeu de Ciência Planetária e da Divisão das Ciências Planetárias da Sociedade Astronómica Americana.
NaturLink







