Planeta Terra

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar.

Tecnologia

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Drive-In: “o anjo da guarda dos automobilistas”


A Universidade de Aveiro (UA), que desenhou o projeto, classifica-o de “autêntico anjo da guarda dos automobilistas”. A designação não é para menos, ou não fosse este sistema de comunicação entre veículos, apelidado de Drive-In, capaz de alertar os condutores sobre o estado da via, obstáculos e acidentesnas proximidades.
Para já o Drive-In está a ser testado em meio milhar de táxis da cidade do Porto, mas o seu baixo custo e a competitividade em relação aos projetos já existentes no mercado vão permitir a sua inclusão em série nos automóveis.
Ao preço competitivo o Drive-In junta muitas outras vantagens: permite aos automóveis, sem intervenção humana, trocarem informações entre si sobre o trânsito e vias alternativas. Também em caso de problemas mecânicos o Drive-In informa quais os serviços de reboque disponíveis ou a oficina mais próxima. Já num eventual acidente, o próprio carro avisa os serviços de emergência médica, sinaliza o local da ocorrência e alerta os veículos que circulam nas proximidades.
Toda a informação é registada e difundida em rede pelos próprios veículos, às quais o condutor acede em tempo real. ”Antes de ultrapassar um camião, se este tiver uma câmara no pára-brisas apontada para a frente, o condutor do veículo que quer ultrapassar pode ter acesso a esta imagem e efetuar a manobra em segurança”, acrescenta Susana Sargento, uma das coordenadoras do projeto .
Tudo isto torna este sistema o melhor amigo do automobilista, mas as aplicações não se ficam por aqui e os benefícios estendem-se também aos passageiros: desde a Internet que pode ser acedida de forma gratuita, até à informação sobre pontos turísticos de interesse. Um sistema de videoconferência incorporado é outra das funcionalidades do Drive-In. A base do projeto está no router wireless desenvolvido de raiz pelo Instituto de Telecomunicações da UA e que permite troca de informações entre veículos de forma instantânea.
O projeto Drive-In conta conta com a colaboração das universidades do Porto e de Carnegie Mellon (EUA), do Instituto de Telecomunicações, das empresas N-DRIVE e GeoLink, da cooperativa RadioTaxis e do IMTT.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

0Robot humanóide da NASA é activado na Estação Espacial Internacional


O programa do robot humanóide da General Motors e da NASA assinala um marco científico e tecnológico único na Estação Espacial Internacional. O Robonaut 2, ou R2 como é vulgarmente conhecido, um robot humanóide desenhado e construído pela GM para apoiar os astronautas, foi activado e iniciou a primeira série de experiências desde que foi entregue aos astronautas em Fevereiro numa missão do Space Shuttle Discovery.

Os operadores do R2 na Missão de Controlo em Houston activaram os computadores principais do robot – localizados no estômago do R2 – e os mais de 30 processadores incorporados nos braços dos R2 e articulações de controlo.
“Os electrões estão bons! Um pequeno passo para o homem, um salto gigante para os homens de metal” referiu o Robonaut no seu primeiro post no Twitter. “É claro que gostaria de poder girar a cabeça e olhar à volta” acrescentou o R2.
Controlo remoto na terra
No primeiro teste, que durou 2 horas, o astronauta norte-americano Michael Fossum e o japonês Satoshi Furukawa colocaram o R2 na sua base fixa na Estação Espacial Internacional e assistiram ao controlo do robot por parte dos operadores na Terra.
As quatro câmaras presentes na cabeça dourada que servem de olhos ao Robonaut foram igualmente ligadas, tal como a de infra-vermelhos, localizada na boca do robot, utilizada para calcular a percepção de profundidade.
O robot, que viajou no Space Shuttle Discovery para a Estação Espacial Internacional em Fevereiro, fará este mês os seus primeiros movimentos comandados pelos controladores na Terra, nomeadamente movimentos da cabeça, mãos, braços e articulações de modo a que os engenheiros possam calibrar e ajustar os sistemas de controlo e sensibilidade do R2.
“À semelhança de um membro da tripulação que precisa de se habituar à gravidade zero, o R2 precisa também de algo semelhante; de se mexer e aprender o que é preciso para se mover com gravidade zero” explicou o responsável de projecto Nicolaus Radford. “O Robonaut portou-se bem” concluiu Radford. “Estamos muito emocionados já que demorou muito tempo até ser possível activarmos o R2.”
O R2 está activo e presente no twitter através da sua conta @astrorobonaut onde responde às questões de mais de 40.000 seguidores.
Longa parceria entre a GM e a NASA
O Robonaut 2 foi desenhado e construído pela General Motors para apoiar os astronautas da Estação Espacial Internacional nas tarefas do dia a dia, ao mesmo tempo que ajuda a GM/Chevrolet a desenvolver a tecnologia de vanguarda de controlo, sensores e de visão utilizada para criar automóveis e locais de trabalho mais seguros.
A parceria da NASA com a GM para o R2 faz parte de uma longa linha de programas de ciência e tecnologia iniciada com as lendárias missões lunares Apollo dos anos 60. Também foram os engenheiros da GM que conceberam e construíram a bateria em prata e zinco que alimentou o módulo de descida da Apollo, enquanto que um computador de orientação da GM e uma plataforma de instrumentos inerciais levou-a à Lua. Além do programa lunar, a bateria solar do Lunar Rover, que transportou os astronautas até à Lua há 40 anos, levou ao desenvolvimento de veículos eléctricos como o Chevrolet Volt que podemos ver actualmente nas estradas.
Bateria do Volt usa ciência da engenharia espacial
Outra inovação chave da parceria GM-NASA está neste momento a ser aplicada no Chevrolet Volt 2011, que começará a ser comercializado no final do ano na Europa. Em 2009, os engenheiros da Chevrolet que trabalhavam no programa Volt voltaram-se para a NASA em busca de uma solução de refrigeração que assegurasse que a bateria do veículo poderia funcionar todo o dia, evitando assim a ansiedade de falta de energia.
A bateria do Volt dispõe de uma cobertura térmica avançada, semelhante à cobertura especial do space shuttle, que aquece e arrefece a bateria do automóvel, assegurando aos proprietários a carga máxima de cada vez que ligam e carregam os seus carros eléctricos, seja Verão ou Inverno.
“Cada bateria, seja ela de um portátil ou carro eléctrico, tem um ponto de temperatura óptimo em que oferece a mistura óptima de potência de saída, capacidade de energia e durabilidade. Por isso, foi dada muita atenção para se manter a bateria na temperatura correcta em todos os tipos de condições atmosféricas com base em tecnologia inspirada na NASA” acrescentou Jon Beresia, Director de engenharia da Chevrolet.
Da mesma forma que a cobertura protege o Space Shuttle do frio espacial e do calor na reentrada na atmosfera da terra, no Volt a cobertura hi-tech bombeia frio ou calor através da bateria, assegurando uma distribuição uniforme da temperatura para se obter o máximo alcance.
A parceria espacial tem uma continuidade que vai para além do R2. É visível também numa segunda geração do Lunar Rover, que a NASA prevê utilizar nas futuras missões de regresso à Lua, em que voltam a precisar de um veículo para percorrer as crateras. A equipa responsável pela bateria que alimentará o pequeno Rover pressurizado que a NASA espera utilizar numa nova missão à Lua em 2020 solicitou ajuda à GM para a apoiar no projecto que utiliza a tecnologia da bateria inspirada no Volt.
Por: Mário em Gagdets

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